UM FELIZ NATAL!!!

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Pessoalmente, não gosto do Natal. Mas para quem gosta, desejo, sinceramente um:

FELIZ NATAL!!!

Blogilo, postando direto do desktop.

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Particularmente, nunca fui muito fã do fato de ter que se logar na página do serviço para ter acesso ao meu blog, sempre achei que deveria ter uma maneira mais rápida e dinâmica de se fazer as coisas.
Eis que conheço o Blogilo. O Blogilo foi integrado a distribuição do KDE e está disponível para instalação a partir dos repositórios oficias da sua distro favorita. Ele se integra com maestria ao ambiente do KDE, incluindo aí o KWallet, que gerencia as senhas e as criptografa evitando a ação de sacanas que queiram te prejudicar.
O cadastro dos blogs é muito simples bastanto digitar usuário e senha e clicar em "Configurar automaticamente". O programa se encarrega de obter o nome do blog e a API em questão.
A interface do programa é bem intuitiva e fácil de usar. O painel de edição de texto é bem completo, permitindo troca de cores, tamanhos, parágafos, etc. Inclusão e exclusão de links é outra coisa muito simples de se fazer.
Há, também, uma aba para edição do HTML da postagem muito útil na hora de postar conteúdo multimídia. Além do recurso de previsão da postagem sem abrir o navegador e com o estilo do blog. Muito legal...você visualiza tudo antes de enviar.
Você pode salvar localmente as postagens antes de enviá-las, pense na elaboração de um tutorial longo, por exemplo, você pode ir revisando o texto e salvando, a fim de não precisar corrigir uma postagem já publicada.
Finalizando essa mini análize, o programa é muito bom. Se você usa Blogger, Wordpress, etc. com certeza vai gostar de usá-lo. Dê uma chance!
Alguns links de projetos citados nesse artigo:
KDE
Blogilo

Postando do Ubuntu, nem acredito!

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Movido pela minha doentia vontade de testar distribuições Linux diferentes, acabei fazendo algo um pouco nostálgico. Voltei às origens e instalei o Ubuntu (isso mesmo, aquele com o GNOME). Nesse momento estou escrevendo já utilizando-o. A propósito, a compilação do Firefox ficou bem rápida nessa versão.
Comecei a usar Linux, como muita gente por aí, através do Ubuntu, mas nunca fui fã do GNOME. O próprio Ubuntu, parecia-me lento e sem graça, por um longo tempo, foi assim. Foi devido a feiura do Ubuntu que comecei a gostar do KDE. Mas agora isso está acabando. O Ubuntu 10.04, diferente do primo pobre Kubuntu, mudou para melhor. A apresentação gráfica padrão do sistema agradou meus olhos. O GNOME 2.30 também. Ainda é cedo pra uma opinião mais técnica, mas estou gostando do sistema. As opções de configuração tornam tarefas enfadonhas bem simples e rápidas. Agora pude experimentar o gerenciamento de pacotes que citei na postagem anterior, realmente muito prático e eficiente.
O Rhythmbox ficou mais competente e com um som de melhor qualidade, os plugins funcionam bem e de forma bem suave.
Não posso esquecer do Compiz, o "famigerado" gerenciador de janelas responsável por aqueles maravilhosos efeitos especias (e defeitos também, quem já perdeu as bordas das janelas em edições passadas sabe do que estou falando), também está muito bem polido e rodando de maneira muito precisa e rápida. A implementação do GNOME como um todo ficou melhor, escolheram melhores cores, ícones e fontes. O sistema vem meio abarrotado de programas, mas nada que o bom Synaptic não resolva, existe uma ferramente que possibilita a ativação/desativação de serviços que também facilita a configuração.
Resumindo, quem usar o Ubuntu 10.04 não se decepcionará com a escolha. Para quem vem do Windows então, está uma moleza de fácil de usar. parabéns a Canonical e a comunidade Ubuntu que é muito ativa e esforçada.


Links para alguns projetos citados nessa postagem:

GNOME: www.gnome.org
KDE: www.kde.org
Ubuntu: www.ubuntu.com
Kubuntu: www.kubuntu.org
Firefox: www.mozilla.com/firefox/

Minha experiência com o Kubuntu 10.04

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Sou fã do Ubuntu desde a primeira vez que o vi, mas o GNOME nunca me agradou muito. Então encontrei o Kubuntu, que, teoricamente, é o Ubuntu com KDE. O problema é que as inovações e grandes mudanças só afetam o primo rico da família *buntu.

O Kubuntu depende das atualizações e melhorias do KDE.

Minha expectativa com relação ao Kubuntu 10.04 era imensamente positiva, visto que a versão anterior tinha atendido a quase totalidade das minhas necessidades salvo alguns itens que descreverei nessa postagem. Porém, infelizmente, o novo release não me agradou muito. Vou contar um pouco da experiência que tive com o Kubuntu 10.04.

O fato que mais me incomodou na versão 9.10 foi a demora do instalador do sistema. Meu hardware é bastante comum e bem rápido, o que descartou a possibilidade de ser problema na minha máquina. Para ter uma ideia, desde o boot até o fim da instalação o LiveCD do sidux gastou 06min. Minha instalação do Kubuntu 9.10 levou mais de 20. Tudo bem que os pacotes do Kubuntu são maiores (leia-se OpenOffice), mas o sidux também instala o KDE4 numa versão bem completa. No Kubuntu o problema se repetiu e dessa vez me desagradou mais ainda. A instalação mostra uma série de mensagens tipo Windows XP durante o looongo tempo que ela roda. Pensei até estar com o CD errado.

Outra grande diferença para o Ubuntu é o gerenciamento de pacotes com interface gráfica. Ainda não utilizei o Ubuntu 10.04, mas pelo que li o gerenciamento de pacotes que já era bom (leia-se Synaptic), ficou ainda mais intuitivo e melhor. O Kpackagelit (baseado no Packagekit) e muito fraco se comparado ao Synaptic. Visual confuso e pouco detalhado, pequena quantidade de opções e configurações, baixa velocidade de busca, enfim, quem não sabe usar o famoso apt ou o aptitude que são via terminal fica meio na mão nessa parte.

Também há as customizações e personalizações de pacotes. O Kubuntu não tem identidade visual, ou ao menos não mostra. Parece uma compilação do KDE, pura e simplesmente, sobre o esqueleto do Ubuntu. Quando vejo uma máquina com Ubuntu, logo identifico, mas uma máquina com Kubuntu, pode ser qualquer distro que use KDE. Na verdade o GNOME deve muito do que é hoje ao Ubuntu e vice-versa, mas o KDE viveria com tranquilidade sem o Kubuntu.

A velocidade do sistema, depois de instalado, parece que vem sensivelmente caindo versão após versão. Algumas travadas repentinas se tornaram mais frequente do que gostaria. Testo várias distros e posso afirmar que várias delas superam o Kubuntu em velocidade.

Quero deixar bem claro que admiro o trabalho do pessoal do Kubuntu, viver à sombra do Ubuntu e se sair bem, não é fácil. Não estou dizendo que o Kubuntu não presta, apenas exponho minha opinião. É uma boa distribuição em vários quesitos, como facilidade de uso e compatibilidade com diferentes hardwares. Um usuário iniciante em Linux pode facilmente se encantar com ela, foi isso que aconteceu comigo. Mas depois de um tempo e experiência em outros campos, creio que o Kubuntu está ficando para trás comparado a outras grandes distros.

Definitivamente, não gostei do Kubuntu 10.04 instalado em minha máquina. Não porque o sistema é ruim, mas por ter gerado uma grande expectativa de inovação e nada ter acontecido.

Aos que são fãs desta distribuição, assim como eu sou, lembrem-se que essa é minha opinião, nada mais.

Voltando a ativa.

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Seguindo o conselho do meu amigo Rodrigo Griffo, voltarei a atualizar esse já empoeirado blog.
Espero que aqueles que um dia visitaram voltem a aparecer.

Então até amanhã, dia do lançamento do Ubuntu 10.04 e do seu primo mais competente Kubuntu, juntamente com a família toda de *buntus.

Vocês conhecem a Revista Espírito Livre?

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Há algum tempo atrás, em uma de minhas andanças pela internet, me deparei com uma publicação sobre tecnologia, Linux e Software Livre que me agradou muito. Trata-se da Revista Espírito Livre, publicação em PDF de muito boa qualidade gráfica e de conteúdo atual e dinâmico. Gostosa de ser lida com textos objetivos e interessantes. Vale a pena dar uma conferida. Deixo o link para as edições lançadas até agora:

Edição nº 9


Edição nº 8


Edição nº 7


Edição nº 6


Edição nº 5


Edição nº 4


Edição nº 3


Edição nº 2


Edição nº 1

Lançado o Sabayon 4.2 "CoreCD"

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Kelly Schwartz (também conhecido como "wolfden") anunciou o lançamento do Sabayon Linux 4.2 "CoreCD": "Sabayon Linux CoreCD é um novo tipo de de lançamento para a equipe do Sabayon. O CoreCD é desenvolvido com características mínimas somente para prover suporte para criação de uma istalação personalizada que atenda as necessidades do usuário.O CoreCD é em linha de comando. Não há servidor X, GNOME ou KDE por padrão. A lista de características inclusas é propositalmente pequena: imágem bootavel para CD ou USB, instalador baseado em texto, rede básica e com o Entropy e o Portage prontos pra uso.O CoreCD foi desenvolvido para usuários avançados que querem ter total controle sobre o que será instalado em seu sistema." Leia o anúncio do lançamento e faça uma turnê visual para outros de talhes. Download: Sabayon_Linux_CoreCD_4.2_x86.iso (373MB, MD5), Sabayon_Linux_CoreCD_4.2_amd64.iso (414MB, MD5).

Bem, eis uma notícia legal pra quem gosta de desafios. O Sabayon é baseado no Gentoo, portanto esse CoreCD deve ser muito interessante de instalar, já que a instalação do Gentoo é bastante complicada. O Archlinux possui uma instalação baseada no mesmo princípio, somente o core (núcleo) do sistema é instalado por padrão o resto é por conta do usuário, isso é muito bom, muito bom mesmo, pois ao final da jornada que pode ser bastante demorada, você tem um sistema que foi feito por você, sem aquele monte de tranqueiras que você nem sabe para que servem. Ótima oportunidade pra sentir o poder do Gentoo no qual os pacotes são baixados em códigos fonte e compilados de acordo com a máquina que vão ser instalados. Em alguns casos isso representa ganhos de 30% no desempenho do aplicativo.

A força do XFCE

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Há algum tempo, quando vi uma distro, que nem me lembro qual era, com o desktop XFCE disse a mim mesmo: "- Essa porcaria não vai pra frente, é feio demais!". Esse pensamento não podia traduzir melhor o fato de não podermos julgar as coisas precipitadamente. Tenho visto como o XFCE melhorou, não só na beleza, que convenhamos ele era feio demais mesmo. O ambiente como um todo está melhor, mais organizado, totalmente personalizável e o melhor de tudo é que continua estável e rápido, muito rápido. Tenho uma máquina virtual (criada com o VirtualBox) com o sidux XFCE e posso dizer que esse casamento ficou fenomenal. As vezes até esqueço que estou numa máquina virtual, pois o sistema flui de uma maneira tão natural que realmente parece estar instalado num hardware de verdade.

A configuração do ambiente é quase toda feita através de uma painel de controle muito bem arrumado onde as opções são claras e bem definidas.


A gama de softwares instalados é muito boa. Você encontra tudo que encontraria em outros ambientes. Gravadores de CD/DVD, navegadores de internet, cliente de e-mail, visualizadores de imagens, etc... Enfim o ambiente está bem maduro e tem tudo pra crescer mais ainda.

Eu poderia redigir um artigo imenso falando dees dupla sidux/XFCE, mas como eu sei que o bom mesmo é ver, deixo aqui o link para download dessa jóia.

P.S.: O GLM INFO decreta: O grande "concorrente" do KDE nos desktops agora não é mais o GNOME. :)

Lançado o sidux 2009.02 Aether

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O GLM INFO tem o prazer de anunciar que ontem, dia 15/07/2009 foi lançada a versão 2009.02 do sidux codinome Aether. Para quem não conhece o sidux é baseado na eterno desenvolvimento do Debian "sid". Posso dizer por experiência própria que o sidux é um sistema muito estável e agradável de se usar. A nova versão possui a opção de liveCDs com o XFCE, KDE e KDE-Lite, esse último contendo apenas aplicativos básicos para um desktop comum.
A divisão é assim:

  • KDE-lite, amd64, inglês/ alemão, ≈605 MB.
  • KDE-lite, i686, inglês/ alemão, ≈600 MB.
  • KDE-full, amd64+i686, inglês/ alemão (bg, da, el, es, fr, hr, hu, it, ja, nl, pt, pt_BR, ro, ru através do live-apt) ≈2.2 GB.
  • XFCE, amd64, inglês/ alemão, ≈510 MB.
  • XFCE, i686, inglês/ alemão, ≈500 MB.
Os mirrors nacionais são: ftp://sidux.c3sl.ufpr.br/sidux/release/ e http://sidux.c3sl.ufpr.br/release/

Lembrando que se você não tem banda larga ou não tem paciência para fazer um download tão grande, é só solicitar sua cópia clicando aqui, que por uma bagatela ela será enviada para o endereço que você desejar.

VirtualBox PUEL no Arch Linux

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A virtualização cresce cada dia mais no ambiente de servidores, mas é perfeitamente possível utilizá-la nas nossas casas. Mas o que é virtualização? Basicamente, a capacidade de rodar vários Sistemas Operacionais em uma única máquina. Existem programas muito simples e eficientes que permitem essa maravilha da tecnologia. Um dos mais famosos é o VirtualBox. Nesse artigo o GLM INFO ensina como realizar a instalação da versão PUEL (Personal Use and Evaluation License) desse aplicativo no Arch Linux. A versão OSE (Open Source Edition) encontra-se nos repositórios de várias distribuições, porém ela tem algumas limitações se comparada com a PUEL.

O primeiro passo é ir até a página de downloads do VirtualBox. Lá você notará que há uma versão específica para várias distribuições Linux, o que não é o caso do Arch Linux, esse é o objetivo do artigo. Note que há, na última linha das opções o pacote para "All Distributions" tanto para i386 como para AMD64. É esse pacote que atenderá nossa necessidade. Após baixá-lo devemos dar-lhe permissão de execução. Isso pode ser feito com o comando chmod +x nome_do_arquivo. Agora que o arquivo pode ser executado é só rodar ./nome_do_arquivo como root.

Note que é necessário ter os "headers" do kernel em uso instalados além do "make" e do "gcc".

Agora, para que você possa usar o programa, é necessário que faça parte do grupo "vboxusers" que o próprio instalador do programa cria. Para isso rode o seguinte comando como root: gpasswd -a nome_do_usuário vboxusers. Pronto, você faz parte do grupo vboxusers.

Por último, mas não menos importante, é preciso carregar o módulo do programa no kernel pra poder usá-lo. Pode-se fazer isso rodando o comando modprobe vboxdrv, porém isso terá que ser feito toda vez que a máquina for reiniciada.

Uma solução mais eficaz para quem usará o programa com frequência é adicionar vboxdrv na linha MODULES do /etc/rc.conf. Para isso usaremos o nano. O nano é um editor via linha de comandos muito simples e eficiente, para editar o /etc/rc.conf com ele basta rodar o seguinte comando como root: nano /etc/rc.conf, procurar a linha MODULES e adicionar o vboxdrv. Feito isso dê um ctrl+x e responda "SIM" digitando um "s" e aperte "ENTER" para confirmar a atualização do arquivo. Isso fará com que o módulo seja carregado durante o boot deixando o VirtualBox pronto para ser usado na hora em que desejar.

Apesar de ser uma dica simples, o GLM INFO espera ter ajudado na instalação desse excelente software de virtualização.